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Direção do PT também irá se reunir com os partidos que apoiaram a candidatura petista na eleição de 2008. O objetivo é fortalecer a cobrança para que as denúncias sejam investigadas, além do levantamento das medidas jurídicas cabíveis para o caso.

Nesta segunda, às 10 horas, PT e PMDB se reúnem para definir as ações que deverão tomar frente às denúncias contra Beto Richa, divulgadas neste domingo pela Gazeta e em rede nacional no Fantástico. Instalação imediata de uma CPI na Câmara Municipal para apurar o suposto caixa 2 será também pauta desta reunião. A direção municipal do PT deve procurar os partidos que formaram a coligação de apoio a candidatura petista nas eleições de 2008, para fortalecer a cobrança de investigação das denúncias. Já nesta segunda feira, a oposição também faz um levantamento junto a advogados sobre todas as medidas jurídicas cabíveis para o caso. A vice-presidente do PT Curitba, Roseli Isidoro, informa que a oposição ao Prefeito Beto Richa agirá na defesa da transparência. “Neste momento, o mais importante é que a apuração das denúncias seja feita com responsabilidade e, portanto, mostrar transparência é exigir que os envolvidos no caso não se omitam.”

Os curitibanos, neste domingo, foram informados pela imprensa sobre um grande esquema de “troca de favores”, na eleição de 2008, entre os ex candidatos a vereadores do PRTB e o candidato a Prefeito de Curitiba, Beto Richa. Porém, o que mais causou estranheza à direção municipal do PT e aos parlamentares petistas, foi o silêncio de pessoas consideradas chaves para dar explicações sobre o caso. Todos se omitiram e se negaram a dar a entrevista solicitada. A Gazeta informa que tentou entrar em contato com o presidente do Comitê Financeiro de Beto Richa na eleição de 2008, Fernando Ghignone, porém não obteve retorn0. Já o tesoureiro do comitê, Bérgson Bacchi, disse que compareceria na redação do jornal na sexta feira á noite. Não compareceu e nem foi localizado.

Para o deputado federal do PT, Dr. Rosinha, que deverá fazer um pronunciamento no Congresso Federal sobre o assunto, o prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB), é reincidente na prática de caixa-dois em campanhas eleitorais e deve ser investigado com rigor e punido pela Justiça. “Beto Richa é reincidente na prática de caixa-dois, desde quando foi candidato a vice de Cássio Taniguchi, nas eleições de 2000, numa campanha que comprovadamente usou mais de R$ 26 milhões não declarados”, afirma Dr. Rosinha. “O prefeito tucano deve ser investigado de forma rigorosa pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Eleitoral, para depois receber a devida punição do Judiciário.”

Divulgadas pela Gazeta do Povo, as denúncias revelam que 28 candidatos a vereador do PRTB que se coligoaram com o PTB do então candidato a prefeito Fábio Camargo, abriram mão de suas candidaturas. A maioria deles se uniu para fundar um comitê de apoio ao então candidato à reeleição pelo PSDB – o “Comitê Lealdade”. Ainda informa a matéria que “uma gravação obtida pela reportagem da Gazeta do Povo mostra que, no entanto, a fidelidade não se deu apenas por convicção política: pelo menos 23 dos dissidentes do PRTB aparecem no vídeo recebendo dinheiro em espécie das mãos de Alexandre Gardolinski, indicado por Richa como coordenador do comitê. Além disso, outras 5 pessoas são citadas na gravação como beneficiárias dos recursos distribuídos.” Muitos dos envolvidos neste pagamento estão lotados em cargos na Prefeitura Municipal de Curitiba. Alguns deles foram demitidos quando o Prefeito soube que investigações estavam sendo feitas.

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Outras informações (41)92114915 com Ana Carolina Caldas – assessoria de imprensa PT Curitiba